OS MORTOS-VIVOS DA ERA VITORIANA

    Durante a era Vitoriana um medo de vampiros e zumbis predominou, alguns indivíduos por algum motivo eram suspeitos de serem vampiros, ou zumbis. Devia ser muito chato pra a família, ver esta gaiola posta em cima da sepultura, e toda a cidade dizendo: Ah! que coisa então seu tio era suspeito de ser vampiro, ou morto-vivo?". Caso a pessoa sofresse de narcolepsia, ou catalepsia, tivesse sido enterrada viva, conseguindo sair da sepultura, com muito sacrifício, ainda teria que provar depois que não era nem zumbi, nem vampiro. Por falar nisto, em meados de 1870 o medo de ser enterrado vivo, foi motivo de muito preocupação, e os mais diversos métodos de manter a sepultura com ventilação foram inventados. Até dispositivos com uma corda e sino, caso o morto voltasse a vida, poderia puxar a corda e avisar que estava vivo, claro que este sistema de sinos não foi muito eficiente, em dias de ventania, os coveiros sofriam muito, com os falsos alarmes. Realmente houve casos de pessoas enterradas vivas. Infelizmente em alguns casos, arranhões no caixão, e no próprio rosto comprovaram que a pessoa, voltou do estado de catalepsia. Houve um caso no Brasil, que virou landa urbana, o cantor Sergio Cardoso teria sido enterrado vivo, quando corpo foi exumado estava de bruços, com marcas de arranhão no rosto, a família negou  que isso tivesse acontecido.