Pisca-Pisca Engana Rã, Não Era Um Vaga-Lume

       Pesquisando sobre as diferenças entre sapo, rã e perereca, baseado nas pernas longas, patas traseiras com uma membrana, tudo leva a crer que trata-se de uma rã, a perereca tem pernas alongadas também, mas, tem ventosas nas pontas dos dedos, como percebe-se, esta possui a membrana na pata traseira. Esta rã cometeu um terrível engano, confundiu o pisca-pisca de Natal com um vaga-lume, engolindo-o, alguns segundos depois, deve ter soltado a lâmpada, devido ao calor estranho, ao fato de a lâmpada não ter gosto nenhum. Ela planejava comer um por um , pois, dá para ver a fileira das luzes. Este pisca-pisca deve ser de Natais anteriores, porque não é de led. Recentemente, com a invasão dos pisca-piscas de led, mais econômicos,  provavelmente, a rã se confundirá novamente, isto se a rã tiver memória de peixinho. Natal é uma época muito especial, principalmente, para os vaga-lumes, que podem ficar mais sossegados, porque a quantidade de pisca-piscas é enorme, confundindo os predadores, embora, os vaga-lumes sejam raros nas cidades grandes, os pisca-piscas estão espalhados por todas as cidades, grandes e pequenas. Vemos as luzes pisca-pisca durante mais de 30 dias por ano, já os vaga-lumes, a última vez que vi um, foi há 6 anos atrás. Se a rã se confundiu, os  outros dois anuros, sapo e perereca,  que são anfíbios sem rabo, também se confundirão. Ajudaria muito, se eles fizessem um tutorial explicando a diferença entre luzes led e a bioluminescência dos insetos. Os sapos, rãs e pererecas agradeceriam, mas, o sindicato dos vaga-lumes, e insetos com bioluminescência, não ficaria nem um pouco feliz com isso. Poderia ser feita uma cartilha, orientando os insetos com bioluminescência a desligarem o pisca-pisca, quando voarem ou se locomoverem, durante à noite.