Bike Rodas de Mola, Bike Helicoidal


Dezenas de pequenas molas no lugar do pneu de borracha. A roda molas pode ser o sonho de quem tem receios dos pneus furarem, mas, numa descida íngreme, pode não ser muito recomendável, com pouco atrito, mesmo acionando o freio a bike pode continuar esquiando no asfalto. Outro ponto negativo diz respeito aos raios, não os raios da roda da bicicleta, e sim o das tempestades, ser pego numa tempestade, tentando voltar para casa, não se pode contar com o isolamento dos pneus, ocorrendo uma descarga próxima, as molas serão ótimas condutoras da corrente elétrica espalhada pelo solo. Todos que gostam de andar de bike devem estar imaginando qual seria a sensação de pedalar nessa bike sem pneus e com as rodas cravejadas de molas amortecedoras.  Pode-se imaginar que uma freada brusca a grande velocidade vai gerar faíscas como quando uma faca é amolada no esmeril. Bicicletas com amortecedores são comuns, bicicletas com dezenas molas no lugar dos pneus já é uma novidade, não precisa calibrar o pneu nem se preocupar com furar, o "pneu metálico"  não fica careca, mas, pode ficar banguela, basta cair alguma mola soldada na roda, com certeza, as molas sofrerão desgaste, em contato com o asfalto,  claro que molas e amortecedores são peças distintas, a mola faz parte do amortecedor, em carros convém trocar a mola junto com o amortecedor, mas, o assunto do post é sobre bike, e as dezenas de molas cravejando a roda tem a função de amortecer. As molas helicoidais tem um tempo de “vida” (até nós humanos temos, quanto mais as molas). Certamente, esta bike impressionaria o físico britânico Robert Hooke, que formulou a lei sobre as propriedades elásticas da matéria: deformação elástica, intensidade da força elástica, etc.  Robert Hook concluiu que:
"Em regime de deformação elástica, a intensidade da força é proporcional à deformação."
F = k . X
K: constante elástica da mola.
x: deformação da mola.
Robert Hook morreu em  1703. Segundo documentos históricos guardados no museu de Madrid, o gênio, Leonardo Da Vinci, fez projetos de um bicicleta, mas nunca saiu do papel. Desde os protótipos de madeira de 1790, até o modelo de 1878 foram muitas pedaladas emoções e tombos. Mas, coube ao genial jogador de futebol, Leônidas da Silva, introduzir a bicicleta no esporte, sem ela realmente existir fisicamente, criando o gol de bicicleta, certamente, o lance mais bonito e difícil do futebol, anos mais tarde, Robinho inventa a jogada com um componente da bike, o pedal, dando as pedaladas em pleno campo, sem bike (embora haja certa controvérsia se Robinho foi realmente o primeiro a pedalar, mas, certamente, é o primeiro jogador que vem a mente quando se fala de pedaladas no futebol) , e surgindo o famoso jargão: “Pedala Robinho!”. Então, a invenção da bicicleta e de partes dela, no futebol, coube a Brasileiros. Não posso esquecer, claro, já que falei de deformação elástica, que foi o Rivelino que inventou o famoso drible chamado "elástico". Embora a invenção da bike seja francesa, Conde Sivrac, 1790, era um protótipo feito de madeira, impulsionado com os pés, estilo Flintstones, houve várias contribuições para a evolução da magrela: o Barão alemão Karl Friederich von Drais, 1816; o escocês Kikpatrick McMillan,1838; o francês Ernest Michaux,1855; os franceses Guilmet e Mayer,1878. Alguns acontecimentos na nossa vida são marcantes, a primeira bicicleta, a emoção de aprender a andar sobre ela, outra coisa marcante é o primeiro tombo, algumas vezes deixa uma marca também.